Apesar de ter se tornado um esporte, o Futebol de Botão ainda preserva sua característica fundamental: a brincadeira. Quem brinca sonha. Ao brincar se fantasia. Qual criança ou adulto ao colocar seus times na mesa, ou mesmo no chão, não imaginava que a disputa estava ocorrendo num Beira-Rio, num Maracanã, num Morumbi ou num Mineirão lotado? Assim são as crianças, e assim são os adultos com o espírito de criança. Quantos craques que na vida real já penduraram as chuteiras ainda deslizam sobre as mesas do Brasil e do Mundo? Quantos Zicos, Platinis, Pelés, Maradonas e Beckenbauers ainda fazer as festas das suas “torcidas”, agora pelas mãos dos botonistas? Quantos times impossíveis já não foram criados? Quantos craques de gerações diferentes já não foram colocados lado a lado? Quantas goleadas os torcedores do íbis já não impuseram sobre os rivais pernambucanos? Fui uma dessas crianças que fantasiou um Gre-nal num Beira-Rio lotado, que narrou jogos como um verdadeiro locutor esportivo, que imaginava que as partidas estavam sendo transmitidas para todo o Brasil, que transformou craques de verdade em peças de botão e que nunca os aposentou. Fui um que fantasiei e aproveitei, e ainda aproveito, toda esse mundo mágico que o Futebol de Botão nos proporciona. Afinal, com uma palheta na mão, nós botonistas, ganhamos o poder de dar asas à nossa imaginação e o poder de fazer tudo o que queremos.domingo, 9 de agosto de 2026
Asas à imaginação
Apesar de ter se tornado um esporte, o Futebol de Botão ainda preserva sua característica fundamental: a brincadeira. Quem brinca sonha. Ao brincar se fantasia. Qual criança ou adulto ao colocar seus times na mesa, ou mesmo no chão, não imaginava que a disputa estava ocorrendo num Beira-Rio, num Maracanã, num Morumbi ou num Mineirão lotado? Assim são as crianças, e assim são os adultos com o espírito de criança. Quantos craques que na vida real já penduraram as chuteiras ainda deslizam sobre as mesas do Brasil e do Mundo? Quantos Zicos, Platinis, Pelés, Maradonas e Beckenbauers ainda fazer as festas das suas “torcidas”, agora pelas mãos dos botonistas? Quantos times impossíveis já não foram criados? Quantos craques de gerações diferentes já não foram colocados lado a lado? Quantas goleadas os torcedores do íbis já não impuseram sobre os rivais pernambucanos? Fui uma dessas crianças que fantasiou um Gre-nal num Beira-Rio lotado, que narrou jogos como um verdadeiro locutor esportivo, que imaginava que as partidas estavam sendo transmitidas para todo o Brasil, que transformou craques de verdade em peças de botão e que nunca os aposentou. Fui um que fantasiei e aproveitei, e ainda aproveito, toda esse mundo mágico que o Futebol de Botão nos proporciona. Afinal, com uma palheta na mão, nós botonistas, ganhamos o poder de dar asas à nossa imaginação e o poder de fazer tudo o que queremos.
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