domingo, 20 de junho de 2010

Guarani - SP

Olá amigos. Hoje vou contar a história do meu primeiro time do Guarani. Por uma coincidência enorme comprei no mesmo dia em que meu pai me presenteou com este Guarani (além da Inter de Limeira e da minha mesa de botão) o mesmo bugre. A única diferença era que o que comprei não vinha com número. Isso fez que utiliza-se o botão do Guarani sem número para colar os escudinhos que eu tinha do Figueirense. Com o tempo adicionei com caneta azul a escalação do time do Guarani de 1988. Para isso usei como base as figurinhas do Campeonato Brasileiro daquele ano. Craques como Victor Hugo, Washington e Zenon batizaram os botões. O estilo do botão não era meu preferido e isso foi refletido nas campanhas do bugre nos meus torneios. A melhor campanha do alviverde campineiro foi em 1991, quando foi vice-campeão, perdendo a final para o Internacional/RS. Sem contar que dois jogadores tinham defeito de saltar sobre a bola quando acionados pela palheta. Este time foi aposentado há uns cinco anos. De lá pra cá o Bugre passou a usar os botões da Gulliver e desde então passou a ser uma das forças dos meus torneios. Em 2005 conquistou a Série B, em 2007, a Copa Flávio, e ainda faturou duas Séries A - 2006/2007 e 2007/20008. Ainda assim, este primeiro time do Guarani é um dos mais queridos da minha coleção.

3 comentários:

  1. Pode crer cara, tenho um time desse estilo, ganhei da minha mãe em 1993, só dá prajogar de palheta em pé. O meu era o São Paulo e realmente não fazia muito bonito nos campeonatos não e ficou em último no campeonato paulista da escola deste mesmo ano (coincidência ou não, faturado pelo Guarani), mas atualmente é o Operário/MS

    Abraços

    Adalberto de Queiroos

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  2. Flávio,
    quem era o fabricante destes botões ?
    Esses não são os canoinhas da estrela ?
    Abraços,
    Jorge.

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  3. Valeu pela visita ao blog Adalberto e Jorge.

    Adalberto, bem lembrado, só com palheta em pé era possivel fazer alguma coisa com esses botões. A unica coisa que eu curtia deles era a potência dos chutes.

    Jorge, não lembro quem fabricava esses botões. O que lembro mesmo é que era de uma fábrica que fazia centenas destes times, e que eles eram vendidos em pequenos bazares de minha cidade.

    Abraço!!!

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