domingo, 9 de agosto de 2026

Pinheiros - Curitiba

Em 1971, por conta de um plebiscito, o Água Verde Esporte Clube, que já havia trocado na década de 1960 as cores verde e branco pelo azul e branco, passou a se chamar Esporte Clube Pinheiros. Além da troca de nome, o símbolo também foi alterado. Neste, estava estampado um dos símbolos do estado do Paraná, a àrvore Araucária ou Pinheiro-do-Paraná. A Equipe sempre foi a quarta força do futebol curitibano. Dentre as forças da capital, era a que tinha a menor torcida, e que apresentava as piores médias de publico. Isso levou os adversários a dizerem que sua torcida caberia numa Kombi. Certa vez, o publico em dois jogos seguidos em casa teve o mesmo número de pagantes. Diz a lenda, foram as mesmas pessoas nesses dois jogos. Antes de chegar a conquistar o estado, o Pinheiros foi ao fundo do posso em 1981, quando foi rebaixado para a série de prata do paranaense. Mas já no ano seguinte a equipe subiu. O Pinheiros conquistou o estadual duas vezes: 1984 e 1987. Em 1984 venceu o título num quadrangular entre as forças da capital, no qual o Colorado havia montado o sele-boca. Assim mesmo o Pinheiros, com um grupo mais jovem que os adversários, levantou a taça. Em 1987, mesmo contra tudo e todos, num campeonato marcado pela desorganização e sob suspeitas, o time pinheirense levou a taça num jogo contra o cascavel (ler mais na história do Cascavel Esporte Clube). Apesar de pouca torcida, o time ergueu seu estádio, a Vila Olímpica do Boqueirão. Desde então, deixou de mandar seus jogos na Vila Capanema ou no Couto Pereira. Apesar de ter um patrimônio gigantesco, a equipe carecia de torcedores. O futuro do time de futebol era incerto, pois os dirigentes do clube davam mais atenção ao setor social do clube. Foi então que em 1989 a equipe do Pinheiros se uniu ao Colorado, clube que tinha um modesto patrimônio, porém uma grande torcida, e juntos formaram o Paraná Clube.

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